DOAÇÕES

porquinho 3Tá gostando do conteúdo? Que ótimo! Então me ajuda a continuar produzindo? Afinal, esse conteúdo é gratuito e muito útil pra muita gente, mas para produzi-lo é preciso tempo e recursos.

Tempo para pesquisar, planejar, entrevistar, fazer pesquisa de campo, escrever, roteirizar, gravar, editar, renderizar, publicar e conversar com o público diariamente. E recursos como computador, internet, telefone, luz, câmera, softwares, grana pra comprar os produtos que aparecem nos vídeos, objetos de cena, figurino, verba de marketing e divulgação, design etc. O patrocinador disso tudo pode ser você e mais uma multidão de pessoas interessadas em ver esse conteúdo no ar.

O que eu proponho é que você participe de uma vaquinha do bem. Você doa voluntariamente o valor que puder ou que achar que é suficiente, seja uma vez só ou todo mês.

Quanto mais gente entrar na vaquinha, mais recursos o canal terá para investir na produção, na forma de tempo, equipamentos, verba de contratação de colaboradores, viagens etc.

Você pode contribuir via Paypal.

botão doar paypal

Clique na imagem ao lado (“Doar”) para doar quanto e quando quiser. Também permite contribuições mensais. Aqui a taxa que me cobram é de 6,4% + R$ 0,60% para pagamentos em reais e 10,9% + R$0,60 para pagamentos em moeda estrangeira.

Todos que entrarem na vaquinha por qualquer um desses caminhos serão convidados a integrar o clube VIP de apoiadores financiadores do projeto no Facebook, onde rolam conversas exclusivas. Conheça aqui os investidores Do campo à mesa em janeiro de 2016.

NOVOS TEMPOS PARA O JORNALISMO

Até o final do século XX os jornalistas eram preparados para escrever para jornais ou revistas ou falar em rádios ou canais de TV. A internet era um bebê quando terminei a graduação. Ninguém na minha turma se formou pensando em trabalhar na internet. Mas o mundo mudou, e a oferta de conteúdos gratuitos na internet abalou as estruturas das empresas jornalísticas de forma irreversível. O público se acostumou a consumir conteúdo gratuito e desistiu comprar e assinar jornais e revistas. No mundo todo, o setor de comunicação de massas descobriu que precisava se reinventar para não falir.

O EMPREENDEDOR DE YOUTUBE

O YouTube, por enquanto, é uma plataforma de publicação e exibição gratuita de vídeos que funciona como fonte de receita com anúncios para o Google (dono na plataforma) e uma ótima vitrine (não fonte de receita) para os criadores de conteúdo audiovisual. Os ganhos no YouTube estão baseados na quantidade: quanto mais cliques, mais o Google cobra dos anunciantes, e mais os criadores ganham na forma de comissão sobre as vendas de anúncios. Mas as comissões repassadas aos criadores são quase sempre muito pequenas e insuficientes para cobrir os custos da produção dos vídeos. Somente canais com milhões de visualizações por vídeo conseguem um faturamento razoável. Para a maioria dos criadores, essa é a mais irrelevante das suas fontes de receita.

E nem pro Google (dono do YouTube) esse modelo de negócios é bom o bastante. A empresa está lançando o YouTube Red, que tem um modelo de negócios mais parecido ao do Netflix, em que o público paga uma mensalidade para ter acesso ao conteúdo, sem anúncios. Talvez a era do conteúdo gratuito esteja com seus dias contados.

A VANTAGEM DO FINANCIAMENTO COLETIVO

O financiamenco coletivo é uma ferramenta que a sociedade pode usar para direcionar recursos para projetos realmente úteis e benéficos para muita gente. Diante da crise política e econômica que enfrentamos no Brasil, em que a credibilidade das instituições públicas está em xeque (pra não dizer na lama, em vários casos), organizações, movimentos e projetos independentes podem emergir como fontes mais seguras de soluções. E a sociedade pode escolher quais projetos quer favorecer, direcionando para projetos bacanas uma quantia que antes talvez estivesse sendo gasta com bens e serviços supérfluos.

Hoje em dia já existe até financiamento coletivo de produtores orgânicos, como uma forma de favorecer diretamente quem está batalhando para produzir comida saudável e sustentável de verdade, em oposição ao modelo predominante de comércio de alimentos, em que o dinheiro da compra se dissipa por uma cadeia longa, com grandes lucros para os supermercados e um aperto financeiro para os pequenos produtores.

No caso do canal Do campo à mesa, o financiamento coletivo é uma forma de favorecer a produção de conteúdo original, gratuito, esclarecedor e útil sobre o que acontece nessas cadeias de produção de alimentos, para que você possa tomar decisões informadas sobre em que tipo de alimentos vale mais a pena investir o seu dinheiro e o seu tempo.

Muito obrigada por apoiar!

5 comentários sobre “DOAÇÕES

  1. Pingback: Como usar o SAC | Do campo à mesa

  2. Pingback: Como o canal funciona | Do campo à mesa

  3. Pingback: O que você mais quer ver no canal? | Do campo à mesa

  4. Pingback: Meu modelo de negócios | Do campo à mesa

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